Grande Rafinha. E tem gente que não gosta dele.
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sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
FORT Xingu repudia campanha dos globais
O projeto de construção de Belo Monte foi exaustivamente discutido pela sociedade durante mais de 30 anos. Nos últimos anos, este processo se intensificou e foram muitas as oportunidades para que toda a sociedade se informasse, inclusive os atores da TV Globo que gravaram um vídeo contra a construção da usina, alegando que a sociedade não foi consultada. É uma pena que nenhum deles tenha participado do processo de discussão e nem mesmo esteve presente nas audiências públicas realizadas na região, onde poderia ter se manifestado sobre o empreendimento e se informado a respeito.
Consideramos irresponsável a tentativa de convencer a sociedade que a energia gerada por hidrelétricas não é limpa, levando à população brasileira a ilusão de que seria possível gerar energia de outras fontes (como a eólica) a custos semelhantes das hidrelétricas. Os custos para a geração de energia destas fontes apresentadas pelos artistas globais seriam altíssimos, aumentando o valor da tarifa e prejudicando, sobretudo, a população mais pobre. Além disso, a campanha contribui para prejudicar a imagem do Brasil, que possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo e vem melhorando isso graças à construção de usinas como a de Belo Monte.
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| Revista Fort Xingu nº 1 Versão digital da revista |
Outra inverdade alardeada contra o projeto e repetida pelos artistas globais é de que o projeto será construído com dinheiro público. O governo federal fez uma concessão da usina de Belo Monte à iniciativa privada. O consórcio de empresas que venceu a licitação pública terá a obrigação de construir a usina e, depois, vai vender a energia gerada para as distribuidoras, cobrindo os custos com o empreendimento e obtendo lucro com a operação. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que é público, irá apenas emprestar recursos para as empresas envolvidas, recebendo por isso juros e correções. Além disso, mesmo que o projeto fosse construído com dinheiro público – e não é - seria plenamente justificável o uso dos impostos dos brasileiros para construir uma usina que vai gerar energia para os próprios brasileiros.
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