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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Dawkins: O Islã é um dos grandes males do mundo

Dawkins é um dos cientistas mais respeitados do mundo

Críticos do islã temem ser acusados de preconceito, lamenta Dawkins

Postado por Paulo Lopes

O cientista britânico Richard Dawkins (foto), 71, afirmou que o Islã, embora seja “um dos grandes males do mundo”, seus críticos temem ser acusados de nutrir preconceito contra os muçulmanos.

"Estamos com medo de sermos chamados de islamofóbicos”, disse o militante ateu.

“Essa religião é uma vergonha”, acrescentou, porque em nome de Deus condena os infiéis à morte. “A grande maioria dos muçulmanos não sonha em fazer isso, mas uma minoria coloca esses ensinamentos em prática”, afirmou. “E coisas terríveis acontecem.”

Ele fez essas afirmações em sua palestra “A Ilusão de Deus” durante o Festival do Livro Faclan Hébridas, na cidade de Stornoway, na ilha de Lewis, Escócia. A sua participação foi precedida por um clima de tensão, porque a região é um tradicional reduto de cristãos fervorosos.

Quando os organizadores do festival anunciaram que tinham convidado o militante ateu, pastores afirmaram que se tratava de um desrespeito para com a religiosidade da população local. O pastor Donnie Stewart, por exemplo, disse que ia orar para que Dawkins recebesse a iluminação do Espírito Santo.

Apesar disso, houve grande interesse pela palestra de Dawkins, e a plateia o aplaudiu com entusiasmo, principalmente quando ele falou sobre o medo que as pessoas têm de criticar o Islã e que Deus não existe.



Com informação do Scotsman, entre outras fontes.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/11/criticos-do-isla-temem-ser-acusados-de-preconceito-diz-Dawkins.html#ixzz2CsOjjeSJ
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

As mulheres são as mais prejudicadas por essa desgraça chamada Islã

Como as crenças prejudicam as mulheres

Não é de hoje que isso pode ser observado, mas a verdade é não ser mais bravo, forte e tão injustiçado do que aquele que nos colocou no mundo a custa de uma das piores dores que um ser humano pode agüentar (do parto): as mulheres

Ela pode ter cometido o crime de ter sido estuprada


Antes de mais nada todo esse machismo não começou com o Cristianismo. O Cristianismo apenas ajudou a espalhar essa cagada e antes que alguém me pergunte: EU NÃO SOU FEMINISTA! Sou a favor da IGUALDADE de direitos. Independentemente da cor, sexo, opção sexual, religião, etc. Sou contra a privilégios a determinados grupos. Mas disperso-me. Bem antes da Eva não resistir a curiosidade e comer o fruto proibido Pandora já tinha feito a cagada de abrir uma caixa que tinha todos os males. Para que foi feito essa caixa e o fruto eu simplesmente não sei, mas desde aí podemos ver que jogar a culpa na mulher por causa dos males começou bem cedo. Em outras religiões não é muito diferente. Desde aí as coisas complicaram e em muitas religiões as mulheres passaram a ser vistas como seres inferiores, mesmo que elas sofram boa parte da vida, seja por TPM, cólica menstrual, a própria menstruação, gravidez (vida de grávida não é fácil), depressão pós-parto, etc. Não é fácil ser mulher e muito menos mãe. Depois de parir a mulher ainda amamenta, limpa, dá banho e muitas vezes ainda tem os afazeres de casa… Isso é vida? Não. Mas tem lugares onde o povo acha que isso não é o suficiente. Isso totalmente sustentada em crenças estúpidas.


(...)

Não é pedofilia; é apenas uma prática "cultural"

Mas isso é apenas o começo. Ainda temos outras aberrações que costumam deixar os homens de fora, mas a mulher que tem que pagar o pato. Veja por exemplo a circuncisão feminina. Ela é praticada em países super-desenvolvidos como Sudão, Somália e… Iêmen… Apesar deste último proibir dentro dois anos (esse artigo foi escrito em 2010). Ou não… Mas é claro que antropólogos odiariam que isso acabasse por fazer parte da “riqueza cultural e que seria uma perda inestimável se isso acabasse”. Alguém que defende torturas e infanticídios indígenas pode muito bem defender a circuncisão. Afinal é tudo uma questão cultural.
Mas isso acaba aqui. Vê que o Iêmen não fica longe do Afeganistão nos tempos do Talibã. Apesar deste segundo ainda ser o, talvez, pior país do mundo para uma mulher nascer. Afinal, não bastasse a infância perdida a mulher pode passar por isso.
Leia todo o artigo AQUI.

sábado, 19 de novembro de 2011

Genocídio no Sudão provocado pelo Islã

Amigos, depois de ler "O Dia da Caça" de James Patterson, resolvi pesquisar sobre o que vem acontecendo no Sudão. Espero que fiquem tão indignados quanto eu.


Por favor, evitem piadinhas de duplo sentido com o nome do país.


Sudão, um país estilhaçado


Um miliciano janjawid a cavalo
Há mais de 20 anos consecutivos o Sudão, maior país da África, sofre com guerras internas, sendo que nos últimos anos o massacre beira a um genocídio.

A população de Darfur, uma província sudanesa, vem enfrentando uma forte onda de violência e terror que resultou numa quantidade enorme de mortes e forçou mais de 1,5 milhões de pessoas a fugirem dos seus vilarejos destruídos em busca de segurança.

Uma esperança para o povo sudanês está sendo a ajuda humanitária que vive sob constante insegurança, como a organização Médicos Sem Fronteiras, que conta com 200 profissionais estrangeiros e 2.000 profissionais locais trabalhando em toda a região de Darfur.

RAZÃO DO CONFLITO

Mapa do Sudão (clique na
imagem para ampliar)
Uma das razões deste conflito é a falta de água. Darfur é habitada ao Norte por tribos arabizadas que vivem dos seus camelos e vacas, ao passo que a população do sul é essencialmente de agricultores fixados em terras mais férteis.

Em busca de água e pasto para seus animais, os nômades começaram a invadir as terras férteis, resultando num conflito sem precedentes, pois a milícia Janjaweed (“Guerreiros sobre cavalos”) avança sobre as vilas dos agricultores matando e expulsando, e tudo isso com simpatia do governo sudanês. Um outro motivo que esquentou esta guerra foi o fato do Sudão ter entrado no grupo dos exportadores de petróleo a mais ou menos cinco anos. Tudo isso e também as diferenças religiosas, são os estopins desta guerra sem solução rápida.

TESTEMUNHO DE MAGOK

Para compreender em toda a sua extensão a tragédia do Sudão, não basta falar em conflito Norte e Sul ou em milhões de mortos e deslocados. O testemunho de um jovem sudanês que viveu a repressão, foi torturado e viu seu povo ser abatido e expulso de suas terras, é a melhor forma de mostrar o que o mundo está assistindo de braços cruzados:

“As causas da prolongada guerra civil que dilacera o Sudão, há quase meio século, são variadas e complexas, mas em larga medida têm a ver com os planos hegemônicos do Norte. Desde a independência, em 1.º de Janeiro de 1956, os sucessivos governos árabes e muçulmanos com sede em Cartum insistem em forçar o Sul e a população dos Montes Nubas a entrar no redil árabe e muçulmano. Entre os métodos usados contam-se a escravatura, a arabização forçada, a limpeza étnica, os bombardeamentos aéreos e a fome.

O Governo Islâmico Nacional chegou ao ponto de declarar a jihad, a guerra santa islâmica, contra os povos do Sul e dos Montes Nubas, considerados infiéis. O que pressupõe a sua assimilação ou eliminação. Os povos ameaçados resistiram e pegaram em armas. Resultado: em 48 anos de guerra, o Sul perdeu mais de dois milhões de pessoas; quatro milhões são deslocados internos; meio milhão estão refugiados nos países vizinhos e no estrangeiro. Como conseqüência, a estrutura socioeconômica rudimentar do Sul foi totalmente destruída. Escolas, centros de saúde e sistemas de transporte quase não existem.

ESCRAVATURA COMO ARMA

Omar el-Bashir, o Hitler sudanês
O Governo do Sudão usa a escravatura e o comércio de escravos como arma de guerra para aterrorizar e subjugar as populações do Sul e dos Montes Nubas. Não há dúvida: a escravatura ocupa um lugar de primeiro plano nos planos de genocídio do regime fundamentalista islâmico liderado pelo general Omar Hassan el-Bashir.

As crianças e as mulheres jovens, depois de capturadas, são vendidas como escravas no Norte e noutros países árabes do Médio Oriente, onde são usadas como empregados domésticos, pastores, trabalhadores agrícolas ou concubinas.

PETRÓLEO DE SANGUE

Com uma produção de cerca de 300 mil barris de petróleo por dia, estima-se que o Governo tenha arrecadado 700 milhões de dólares entre 2000 e 2002. Esta incalculável riqueza mudou radicalmente a natureza da guerra no Sudão, reforçando o poder do regime islâmico do Norte e permitindo-lhe esquivar-se das negociações de paz, na presunção de que uma vitória militar sobre os “rebeldes” do Sul e outros grupos de oposição está finalmente ao seu alcance.

A descoberta do petróleo já provocou deslocamentos maciços forçados de civis sul-sudaneses que viviam nas proximidades dos campos petrolíferos e do oleoduto. Nestas zonas, graves atentados aos direitos humanos tornaram-se uma realidade quotidiana. Não é por acaso que o Governo sudanês impede as organizações humanitárias de trabalhar nestas áreas.

BOMBAS E FOME CALCULADA

Um dos sinais da intensificação da guerra é o bombardeamento aéreo de objetivos civis como hospitais, escolas, igrejas, mercados, campos derefugiados e centros de distribuição de bens de primeira necessidade. Os alvos, porém, não são só os cidadãos sudaneses sulistas, mas também as agências de ajuda humanitária têm sido bombardeadas.

O Governo sudanês é bastante conhecido por provocar “fome calculada” nas populações que pretende subjugar. Ele usa os alimentos como meio para atrair os cristãos do Sul do Sudão aos chamados campos de paz, que estão situados no deserto. Estes campos fazem lembrar os campos de concentração nazistas”. (Magok Gou Riak)


Fontes: 
Jornal Missão Jovem
Wikipedia


sexta-feira, 29 de julho de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cristãos e muçulmanos: os dois tem razão

Eles se merecem

O terrorismo é religioso

Stars, stripes and freedom forever!(*)
Uma coisa que tem me preocupado depois que aquele maluco nazista norueguês matou aquela garotada é que boa parte da esquerda está denunciando os meios de comunicação por não deixarem claro que o loirinho é "de extrema-direita". Mais: "se fosse um islâmico esse fato viria nas manchetes dos jornais.

Minha preocupação vem do fato de que as pessoas podem estar opondo "terrorismo de extrema-direita" a "terrorismo-islâmico".  Nada mais falso. Tanto o loiro norueguês quanto os narigudos islâmicos são de EXTREMA-DIREITA.

Então, a cobrança deveria ser "se fosse islâmico, esse fato viria na manchete; mas como é cristão, o PIG esconde". Aí tem acordo, pois, antes de qualquer coisa, os diversos terrorismos de hoje em dia são de fundo RELIGIOSO.

Mas opor extrema-direita a islâmicos é de uma burrice inominável. Ou alguém teria a coragem de defender o infeliz de um fanático que é convencido a se tornar um homem-bomba em nome de Alá e seu profeta?

Bem, tem feminista que defende o Islã. Não é mentira. Juro por Zeus (meu cachorro schnauzer), já vi uma feminista defender ardorosamente uma cultura que corta com gilete o clitóris das recém-nascidas para que elas não sintam prazer no ato sexual. Uma religião que permite que o pai ou o irmão degole a menina que for estuprada, sob o pretexto de que ela se tornou impura. Religião que sustenta no poder uma família de canalhas como na Arábia Saudita, que não permite um mínimo de liberdade.

Mas sabem quais os motivos de pessoas subjetivamente de esquerda cometerem a estupidez de defender Al Qaeda, talibãs e quejandos? Primeiro pelo fato até hoje não descoberto pela ciência que faz com que as pessoas ditas de esquerda tenham uma certa dificuldade de usar o cérebro.

Em segundo lugar, vem daquela máxima (ou seria mínima?) de que "inimigo do meu inimigo é meu amigo". Assim: "Ora, se os talibãs de Osama bin Laden atacaram o WTC, símbolo do capitalismo, é porque eles são gente boa. Eu sou de esquerda e, por isso, detesto os EUA (embora nas férias eu prefira Orlando a Riade), logo, quem também não gosta do American Way of Life tá do meu lado".

Nada mais estúpido. O Islã hoje é dominado pelo que há de pior entre os seguidores de Maomé. E olha que o que tem de melhor já não é lá essas coisas. Eles (os islâmicos) nos consideram ímpios, infiéis e querem nos trucidar pra fazerem prevalecer a "civilização" da burka. Aí, mermão, eu fico do lado do Tio Sam!

Até a próxima.

(*) uma provocaçãozinha de leve

domingo, 10 de abril de 2011

As mulheres e o Islã

Assassino de Realengo não era muçulmano, mas os do WTC ainda estão sendo investigados

Islã quer exterminar com civiliação ocidental
Ele colocou na ficha da escola onde estudou que era muçulmano.
Não adianta os politiamente corretos chamarem de preconceito o fato de revelar que o maníaco era influenciado pela religião que mais assassinos produz na atualidade.
Esses fascistas religiosos querem exterminar com a civilização ocidental e muitos de nós ainda defendemos esse bando de assassinos em massa.
São uma cambada de ressentidos pois vivem na miséria por causa de sua religião estúpida que ainda não deixou a Baixa Idade Média.
Viva o fio dental! Viva a liberdade! Abaixo o obscurantismo do Corão.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tem um doido lá no Chile que acessa essa merda todo dia

Quem será?

Solidariedade ao Chile



Será que é o mesmo que acessava de Bremen, na Alemanha. Era meu leitor assíduo. Mas já deve ter sido internado porque nunca mais apareceu. Esse do Chile é outro doido, ou, então, é um espião da Al Qaeda me monitorando. Só esperando uma oportunidade pra me trucidar pelas blasfêmias que eu cometo aqui neste espaço. Foda-se! A FAPES paga minha pensão.

Repito: o Islã consegue ser pior que o cristianismo. É a religião mais perigosa do planeta. Se tivesse que escolher um lado, ficaria com os EUA. Lá, pelo menos,  a gente pode tomar uma caipirinha de vez em quando.