Claro que tinha que ter religião no meio.
Meu pai morreu aos 52 anos de idade e não bebia, não fumava e acreditava nessas merdas todas de santos, deus e o caralho.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Chico Xavier era um picareta sem vergonha
Tomem mais esta, espíritas estúpidos:
(me desculpem pela redundância)
(me desculpem pela redundância)
Flu arrasa o forte Ji-Paraná
Esse Eduardo tem o estilo de jogo muito parecido com um argentino que joga no Barcelona. No momento esqueci o nome dele. Mas começa com a letra "m".
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Fogão executa o CR Coiso em 1964
Roberto executa o mais querido
Roberto Porto
Naquele distante domingo, 13 de dezembro de 1964, o Botafogo, embora dono de um excelente elenco, pouco ou nada tinha que fazer diante do Mais Querido, campeão carioca do ano anterior. O Glorioso, a rigor, o mais que podia era derrotar o adversário e deixar o título para ser decidido apenas entre Bangu e Fluminense numa melhor de três. Havia, porém, um motivo sentimental à parte: Nílton Santos decidira que aquela seria sua última partida oficial pelo Botafogo no Maracanã, já que havia uma outra, amistosa, para cumprir na Bahia, por força contratual. Aos 39 anos, Nílton, atuando como quarto zagueiro, já não sentia motivação para seguir em sua jornada.
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| A alegria de mandar o Coiso pras profundas do inferno |
Antes do início da partida, o Simpaticíssimo ofereceu uma salva de prata a Nílton Santos, como homenagem à sua vitoriosa carreira, iniciada em 1948, como lateral-esquerdo de um time que entrou para a história do Botafogo. O encarregado de entregar a salva de prata a Nílton Santos foi o jornalista-empresário Drault Ernani Filho, rubro-negro mais do que ferrenho. Drault, inclusive, foi de uma infelicidade à toda prova no momento em que ele e Nílton saíam juntos do gramado, pois o jogador iria entregar o troféu no túnel alvinegro. E, sabendo que o jogo seria decisivo para as pretensões de seu clube, disse uma frase que Nílton Santos considerou ofensiva:
— Veja lá o que você vai fazer em campo hoje, Nílton...
Nílton Santos foi curto e grosso em sua resposta:
— Vá lá para a tribuna que você vai ver...
(...)
O final da história você pode ler AQUI
A nova moda da classe média: ser espírita
Copicolei integralmente do blog Classe Media Way of Life que, infelizmente, não tem sido atualizado.
Para ser um médio-classista padrão, você deve ser espírita. Não interessa se você tem outra religião.
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| Picareta do além |
Mas a religião mais Classe Média, de longe, é o espiritismo. Se o catolicismo não requer compromisso, o espiritismo dá de dez em liberalismo. Isso porque esta doutrina te permite ser de qualquer outra religião ao mesmo tempo. Quase todos os espíritas são católicos ou praticam outra religião paralela. Quem não o faz, é considerado um xiita. E médio-classista que se preza não é xiita em nada.
Entender o espiritismo não é difícil. Toda a sua doutrina se baseia no fato de que quem é da Classe Média, é mais inteligente que todo mundo. É uma religião que se diz calcada em fatos "científicos", como a vida após a morte, a volta do mundo dos mortos, e a levitação da alma fora do corpo, e outros eventos cientificamente comprovados.
O principal mote dessa religião, no entanto, está em justificar o motivo de você ter uma boa condição de vida (mesmo "sem ser rico"). De acordo com os métodos científicos do espiritismo, todo mundo encarna e reencarna várias vezes, e toda vez que se encarna, vai-se ganhando pontos pela experiência. Assim, quem hoje é inteligente, bonito e rico, é porque é mais "evoluído" que os pobres, feios e que não estudaram, pois ganhou mais pontos nas fases anteriores. Ou seja, se seu pai é rico (digo, "remediado"), você pode se considerar mais evoluído que o porteiro do seu prédio (que deve ter feito burradas nas fases anteriores e não ganhou muitos pontos).
Portanto, não é nada difícil entender o espiritismo. Só não entende quem é burro. E na Classe Média não tem burro, afinal, ali todo mundo já matou muito chefão-de-fase nas vidas anteirores.
CQC Investiga - Inri Cristo no Reino de Deus
Nota: este vídeo é para os ignorantes que também devem visitar o blog de vez em quando.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Christopher Hitchens X William Lane Craig atheism debate review
I hope Mr & Silva and doctor Sergio Vianna with two n's likem this védio.
It is a védeo of hight level, isn't it?
Good reading.
A universe from nothing
Everything and Nothing
An Interview with Lawrence M. Krauss
Sam Harris
One of the most common justifications for religious faith is the idea that the universe must have had a creator. You’ve just written a book alleging that a universe can arise from “nothing.” What do you mean by “nothing” and how fully does your thesis contradict a belief in a Creator God?
Indeed, the question, “Why is there something rather than nothing?” which forms the subtitle of the book, is often used by the faithful as an unassailable argument that requires the existence of God, because of the famous claim, “out of nothing, nothing comes.” While the chief point of my book is to describe for the interested layperson the remarkable revolutions that have taken place in our understanding of the universe over the past 50 years—revolutions that should be celebrated as pinnacles of our intellectual experience—the second goal is to point out that this long-held theological claim is spurious. Modern science has made the something-from-nothing debate irrelevant. It has changed completely our conception of the very words “something” and “nothing”. Empirical discoveries continue to tell us that the Universe is the way it is, whether we like it or not, and ‘something’ and ‘nothing’ are physical concepts and therefore are properly the domain of science, not theology or philosophy. (Indeed, religion and philosophy have added nothing to our understanding of these ideas in millennia.) I spend a great deal of time in the book detailing precisely how physics has changed our notions of “nothing,” for example. The old idea that nothing might involve empty space, devoid of mass or energy, or anything material, for example, has now been replaced by a boiling bubbling brew of virtual particles, popping in and out of existence in a time so short that we cannot detect them directly. I then go on to explain how other versions of “nothing”—beyond merely empty space—including the absence of space itself, and even the absence of physical laws, can morph into “something.” Indeed, in modern parlance, “nothing” is most often unstable. Not only can something arise from nothing, but most often the laws of physics require that to occur.
Read more in Sam Haris' Site
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