sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Documentos provam que FHC e Gilmar receberam grana do valerioduto

O valerioduto abasteceu
 Gilmar Mendes e FHC


"Vão ter que provar"
Documentos reveladores e inéditos sobre a contabilidade do chamado ‘valerioduto tucano matéria assinada pelo jornalista Leandro Fortes, na edição dessa semana da revista Carta Capital. A reportagem mostra que receberam volumosas quantias do esquema, supostamente ilegal, personalidades do mundo político e do judiciário, além de empresas de comunicação, como a Editora Abril, que edita a revista Veja.

Estão na lista o ministro Gilmar Mendes, do STF, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os ex-senadores Artur Virgílio (PSDB-AM), Jorge Bornhausen (DEM-SC), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Antero Paes de Barros (PSDB-MT), os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e José Agripino Maia (DEM-RN), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) e os ex-governadores Joaquim Roriz (PMDB) e José Roberto Arruda (ex-DEM), ambos do Distrito Federal, entre outros. Também aparecem figuras de ponta do processo de privatização dos anos FHC, como Elena Landau, Luiz Carlos Mendonça de Barros e José Pimenta da Veiga.



"Dessa vez foi f...."
Carta Capital: O valerioduto abasteceu Gilmar Mendes

CartaCapital publica na edição que chega às bancas em São Paulo nesta sexta-feira 27 uma lista inédita de beneficiários do caixa 2 da campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo em 1998. O esquema foi operado pelo publicitário Marcos Valério de Souza, que assina a lista, registrada em cartório. O agora ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes aparece entre os beneficiários. Mendes teria recebido 185 mil reais.

Há ainda governadores, deputados e senadores na lista. Entre os doadores, empresas públicas e prefeituras proibidas de fazer doações de campanha. O banqueiro Daniel Dantas também aparece como repassador de dinheiro ao caixa 2.




quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Um Homem Célebre

Este conto, aqui adaptado para uma animação muito bem feita. Conta a história de Pestana, um compositor popular que queria ser erudito. Uma premonição do mestre Machado sobre o célebre Ernesto Nazareth.



Se puder, não deixe de ler O Enigma do Homem Célebre de Cacá Machado.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Portuguesa vendeu a vaga para o Flamengo

LUSA ADMITE CORRUPÇÃO; E AGORA, IMPRENSA? E AGORA, MP?

Tentaram enlamear o nome do Fluminense,
mas agora a verdade veio à tona


Jornalista Jorge Nicola, do portal Yahoo: “O senhor já sabe por que o Héverton foi utilizado irregularmente na última rodada do Brasileirão de 2013?”

Ilidio Lico, presidente da Lusa: “Foi coisa premeditada. Não dá para falar muito, porque eu não tenho como provar e ainda vou acabar processado, mas sabemos da participação do departamento jurídico. E agora estamos tentando eliminar o Manuel da Lupa”.

Pela primeira vez, a Lusa admitiu que vendeu a escalação irregular de Héverton em 2013.

Para quem não lembra o caso, aqui vai um breve resumo:

Na última rodada do Brasileirão de 2013, o Flamengo jogou contra o Cruzeiro, num sábado, uma partida que já não valia nada em termos de classificação. Mas o time carioca escalou irregularmente o jogador André Santos e, pelo regulamento, perdeu quatro pontos. A perda desses pontos deixou o time com 45 e acarretaria no rebaixamento do Flamengo, que ficaria um ponto atrás do Fluminense, que tinha 46 e era, até então, o primeiro time dentro da zona de rebaixamento.

No dia seguinte, domingo, a Lusa, que tinha 48 pontos e estava garantida na Série A do ano seguinte, disputava uma partida contra o Grêmio. O time paulistano também escalou um jogador irregularmente – Héverton – foi punido com a perda de quatro pontos e terminou o campeonato com 44, livrando o Flamengo do rebaixamento.

A classificação final do campeonato ficou: Lusa em 17º com 44 pontos, Flamengo em 16º, com 45, e Fluminense em 15º, com 46 pontos.

A imprensa, em peso, defendeu a Lusa, dizendo que a escalação de Héverton havia sido um engano e que não interferira no resultado da partida. A Lusa disse que não havia sido avisada da suspensão do jogador, o que foi desmentido depois pelo Ministério Público, que garantiu que pelo menos seis funcionários do clube sabiam da suspensão.

A perda de pontos e o consequente rebaixamento da Lusa causaram uma comoção. Torcedores fizeram passeata de protesto e diretores do clube reclamaram de uma suposta “perseguição” contra o clube.

Agora, com a confissão de Ilidio Lico – o mesmo que, meses atrás, jurava a inocência do clube - acabou o “coitadismo”. A Lusa não foi vítima de nada, ela simplesmente vendeu sua vaga na Série A, como admite seu presidente.

A reportagem do Yahoo saiu há uma semana. Desde então, venho procurando na imprensa esportiva brasileira a repercussão dessa entrevista, mas não achei quase nada. Ingenuamente, achei que a confissão seria manchete em todos os jornais e noticiários.

Então o presidente de um clube admite a corrupção e fica por isso mesmo? Cadê a torcida da Lusa para protestar? Os torcedores foram prejudicados por uma diretoria desonesta, e não há um protesto sequer?

Mais importante: cadê o Ministério Público, que estava investigando o caso, mas sumiu de repente? Uma confissão dessas não é suficiente para deflagrar uma devassa nas contas de dirigentes?

Quem comprou a diretoria da Lusa? Quanto foi pago? Quem da diretoria se beneficiou?

Será que nossos comentaristas esportivos, que adoram fazer proselitismo e discurso pela moralidade, admitirão que erraram ao defender a Lusa? Cadê a indignação geral?

Bom fim de semana a todos.

P.S.: Estarei sem acesso à Internet até o meio da tarde e impossibilitado de moderar comentários. Se o se comentário demorar a ser publicado, peço desculpas e um pouco de paciência.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Deus é brasileiro e o capeta é juiz de direito

DEUS É BRASILEIRO E ESTÁ NO JUDICIÁRIO

Por : Juarez Cruz (*)


Este homem não existe

O pesquisador americano Joseph Atwill, 64 anos, recentemente fez uma palestra em Londres onde afirma que os romanos inventaram a figura de Jesus Cristo e se basearam na história de um Imperador Romano. Ele afirma que não é ateu e que não acredita nem desacredita em Deus e que seu intuito é fazer com que as pessoas tenham suas experiências baseadas na verdade.

Muito bem Sr. Joseph Atwill, o senhor está convidado a vir até o Brasil para ter sua experiência baseada numa verdade absoluta que Deus existe e é brasileiro. Não é brincadeira não.

Aqui no Brasil, onde tudo é possível, principalmente quando se tem prestígio político, dinheiro (quanto mais sujo melhor, pois é só fazer uma lavagem qualquer) e amizade com os senhores do poder Executivo, Judiciário e Legislativo, os direitos de uns não são os mesmo de outros.

Exemplo mais recente e contudente disso é o caso da Agente de Operação Lei Seca Luciana Silva Tamburini, que foi condenada a indenizar em R$ 5.000,00, por abuso de poder, o juiz João Carlos de Souza do 18º JEC (Juizado Especial Criminal) do Rio de Janeiro, tudo isso por conta de uma abordagem ao magistrado que dirigia sem carteira de habilitação, sem documentos e com o carro sem placa quando foi parado na blitz.

A decisão foi da 36ª Vara Cívil do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio), que diz na sentença que a servidora pública “Ao apregoar que o demandado era juiz mas não Deus”, a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como da função que ele representa na sociedade”, escreveu o desembargador José Carlos Paes, que manteve a condenação em segunda instância.

Vale ressaltar que foi a agente de trânsito Luciana que entrou com uma ação por danos morais contra o magistrado e a ação teve efeito contrário.

Senhor desembargador, se o senhor sabe bem o cargo que um juiz ocupa e a função que ele representa para a sociedade, o senhor saberia que o juiz João Carlos ao ser pêgo numa blitz sem documentos, sem habilitação e com o veículo sem placa, está totalmente em desacordo com o cumprimento das leis de nosso país e deveria ser penalizado como qualquer motorista infrator quando pêgo em uma situação como esta. Ainda mais quando ele é reincidente em outra ocorrência de trânsito, quando se negou a passar pelo bafômetro.

Como disse acima, no Brasil tudo é possível. Um juiz infrator, descumpridor da lei, arrogante e manipulador (pois segundo Luciana ele parecia querer um tratamento privilegiado diante dos agentes), consegue reverter uma ação contra ele saindo de um caso escabroso como este e ainda leva da agente, que estava apenas fazando seu trabalho, R$ 5.000,00.

Se o Conselho Nacional de Justiça não souber fazer uma avaliação jurídica correta desta questão sem clientelismo e/ou protecionismo, só irá reforçar aquilo que todo brasileiro acha de nosso judiciário, que ele é intocável e seus membros Deuses.

Se o senhor Joseph Atwill ainda tiver alguma dúvida com relação à existência de Deus, reforço o convite para vir ao Brasil, ver que Deus é brasileiro e que está no judiciário, onipotente.



Juarez Cruz

Salvador-BA

Colunista

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ódio ao PT está matando a candidatura de Aécio Neves

Laura Capriglione (*)


Imerso em uma piscina de bílis e ódio, o candidato tucano Aécio Neves chamou a sua adversária Dilma Rousseff, no debate do SBT, de “mentirosa” e “leviana”. Foi agressivo e desrespeitoso como não se tinha visto até ali.

Ele não precisava disso. O ex-governador de Minas já fora repreendido abertamente por Luciana Genro (PSOL) quando lhe levantou o dedo, durante um debate.

"Por que Aécio nunca fez isso contra adversários homens?", perguntou o PT.

Aécio tem contra si uma denúncia séria de agressão contra mulher, reportada pelo jornalista Juca Kfouri em 2009. Ele “deu um empurrão e um tapa em sua acompanhante no domingo passado, numa festa da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio”, escreveu Kfouri na época.

O candidato até ameaçou processar por injúria, calúnia e difamação. Mas o jornalista sustentou a informação e Aécio deixou por isso mesmo.

Por que será?



Este espaço seria ocupado pela foto de um marginal chamado Dado Dolabella. 




Logo, um notório espancador de mulheres, o ator Dado Dolabella, animou-se a externar seu apoio a Aécio. Chato! Dolabella, de parcos dotes artísticos, é mais famoso por ter distribuído bofetadas públicas em Luana Piovani e em uma camareira, agressões pelas quais foi condenado, enquadrado na Lei Maria da Penha.

Os marqueteiros de Aécio já deviam saber que o ódio é um aliado mortal em eleições democráticas. Assusta. É sórdido. Na história, só ganhou eleições em países à beira do precipício da ruptura institucional.

Todos se lembram da abertura da Copa do Mundo, estádio novinho em folha, quando o Brasil deu ao planeta a prova cabal da qualidade da elite que tem. Do setor ultra-vip do estádio, especificamente do camarote do Itaú (e eu nem insinuo que seja mais do que uma infeliz coincidência que se tenha tratado do mesmo banco da dona Neca Setúbal, a coordenadora do programa de governo de Marina Silva), elevou-se o grito “Ei, Dilma! Vai tomar no cu!”

Leia toda a matéria em Yahho! Notícias

(*) Laura Capriglione, 54, é jornalista. Nasceu em São Paulo e cursou Física e Ciências Sociais na USP. Trabalhou como repórter especial do jornal “Folha de S.Paulo” entre 2004 e 2013. Dirigiu o Notícias Populares (SP), foi diretora de novos projetos na Editora Abril e trabalhou na revista “Veja”. Conquistou o Prêmio Esso de Reportagem 1994, com a matéria “Mulher, a grande mudança no Brasil”, em parceria com Dorrit Harazim e Laura Greenhalgh. Foi editora-executiva da revista até 2000.

Fidel oferece ajuda aos Estados Unidos para combater ebola


Viva Cuba revolucionária! Salve
 a solidariedade socialista!


O ex-presidente cubano Fidel Castro ofereceu ajuda aos Estados Unidos para combater o ebola e evitar que a doença se propague pela a América Latina.


“Temos prazer em cooperar com os americanos nessa tarefa; e não na busca da paz entre dois Estados que têm sido adversários durante tantos anos, mas pela paz no mundo, um objetivo que podemos e devemos alcançar”, disse Fidel em um artigo publicado neste sábado no jornal oficial Granma.

No texto intitulado "A hora do dever", ele afirma que ao cooperar com o país vizinho, com quem Cuba não tem relações diplomáticas desde 1961, se evita que o ebola se espalhe e protege a população de Cuba e de toda a América Latina.

Leia mais: Os mitos e as verdades sobre o ebola

Os Estados Unidos foram, depois da Espanha, o segundo país não-africano onde se registrou contágio da doença em seu próprio território.

Duas enfermeiras americanas foram contaminadas com o vírus ebola em um hospital do Texas, ao tratarem de um paciente que contraiu a doença na Libéria e acabou morrendo nos EUA.

O ebola já matou mais de 4.500 pessoas, a maioria na Libéria, Guiné e Serra Leoa. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que haja, nesses três países, mais de 9 mil pessoas infectadas pelo vírus, que mata em 70% dos casos.

Em outro desdobramento trágico, a ONU informou que o ebola já deixou ao menos 3,7 mil crianças órfãos nos três países que vem sendo assolados pela doença, sendo que muitas delas perderam tanto o pai como a mãe por causa da epidemia.

Vai vendo...
Leia toda a matéria em BBC Mundo

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Fascismo mostra sua cara perversa no Brasil

Marilena Chauí vê fascismo em ataques a nordestinos: 'Não chega aos pés da ditadura'


Movimento de médicos e estudantes de medicina que pede 'holocausto' aos nordestinos que votaram em Dilma demonstra incapacidade em lidar com ideias diferentes. 'Fere a Constituição, é crime', diz a filósofa

FHC estimula o sentimento fascista do Sudeste

A filósofa Marilena Chauí, professora aposentada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, considera abominável o que o grupo de médicos e estudantes de medicina anti-PT pregam na internet. De castração química a holocausto aos nordestinos que votaram na candidata Dilma Rousseff no primeiro turno das eleições presidenciais. Uma violência fascista, segundo a filósofa.

“O que caracteriza a violência fascista é não suportar a diferença, a alteridade, e partir para a eliminação. Você elimina o diferente, você elimina o outro. O primeiro aspecto abominável disso é o fato de que o que se propõe é, pura e simplesmente, genocídio dos nordestinos. O que é uma coisa inominável, inacreditável, inaceitável", desabafa, acrescentando: "A segunda coisa que é terrível é que isso exprime uma certa direção tomada por uma certa classe média reacionária e conservadora, que vive no sul do país, e que é capaz dessas afirmações e propostas de um grau extremo de violência".

Incapacidade em lidar com ideias, concepções e visões da política diferentes, ao ponto de fazer com que essa diferença seja destruída com a morte do outro é uma coisa que a professora nunca tinha visto no Brasil. É a primeira vez que ela vê um grupo propor o extermínio de uma parte da população brasileira.

“Essa posição – mesmo que não seja a do candidato oposicionista, tenho certeza que ele próprio jamais diria uma coisa dessas – exprime uma parte do eleitorado dele, portanto, a violência social que isso pode acarretar. Estou muito preocupada porque eu nunca tinha visto coisa igual no Brasil. Nem na ditadura, nem em 69, quando foi editado o AI-5, que se proclamou a existência de um inimigo interno que precisaria ser excluído, nem lá houve esse grau de violência, porque a ideia era estar num combate, numa guerra civil, a ideia de que haveria mortes e uma guerra. Agora não, não chega nem aos pés do que a ditadura propunha.”

"É preciso averiguar esse grupo de supostos médicos", diz a filósofa, porque com base na Constituição brasileira, estamos diante de um crime horrendo. Fere a constituição, os direitos humanos, a dignidade humana, portanto, é uma ação criminosa, uma ilegalidade que a justiça brasileira precisa investigar.

Marilena explica que o preconceito dos sulistas contra os nordestinos é histórico, faz parte da violência institucional da sociedade brasileira, que é autoritária, violenta, hierárquica, minada por preconceitos de todo tipo e, para ela, há um agravamento dessa posição pela grande mídia, que reforça esse ódio.

“A Carta Capital (revista) fez um quadro comparando o que acontece de agressão na mídia à Dilma, à Marina e ao Aécio. Para a Marina, quase nada. Para o Aécio, muito pouco. E para Dilma, uma página inteira de agressões cotidianas, que ela recebe pelo rádio, pela televisão, e pelos jornais e pelas redes. Então, há um ódio que foi afinado pela grande mídia. E agora, nós estamos colhendo um dos frutos desse ódio, que é a retomada do preconceito com os nordestinos na forma de violência de tipo fascista.”

Leia todo o artigo em Rede Brasil Atual


terça-feira, 30 de setembro de 2014

PT-RJ impede vitória de Dilma no primeiro turno

Imagens parecidas com esta poderiam estar exibidas em todo o estado


Pela primeira vez, desde 1994, um candidato a presidente do PT perde ou ganha por pequena margem no Rio de Janeiro no primeiro turno. Pelo menos é o que mostram as pesquisas.

Caso Dilma estivesse melhor nas pesquisas aqui no RJ, a eleição teria muito mais chances de ser decidida a favor da candidata do PT logo no primeiro turno.

E por que isso não acontece? O motivo é a conhecida incompetência  do PT fluminense. Uma sessão do partido que não aprende com os erros. Persistiram no erro cometido na eleição para governado de 1990 onde o Brizola convidou o PT para compor a chapa e, reunidos na UERJ, os estúpidos petistas optaram por lançar Jorge Bittar a candidato a governador. Isso, depois de Brizola ter pego Lula pela mão um ano antes e o levado aos seus redutos que eram a Zona Oeste e Baixada Fluminense. A votação de Lula contra Collor no RJ em 2002 foi arrasadora.

Depois, foi aquilo que se viu: Beth Carvalho cantando Vou Festejar (Chora, não vou ligar... você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão) no horário eleitoral do PDT.

Agora a história se repete. Após anos participando do governo de Sérgio Cabral (PMDB), o PT resolve se embalar na onda de linchamento do governador e lança um paraibano criado na Bahia para governador. O mesmo Cabral que, apesar de suas conhecidas deficiências (quem não as tem?) esteve ao lado de Lula e Dilma todo o tempo. O mais ridículo: o PT de Quaquá resolve romper com o governo estadual, mas só entregar os cerca de 700 cargos um mês depois. O governador, claro, enxotou-os na mesma hora.

A massa não gosta de traidores. Está aí o exemplo de Marina Silva. Aliás, o paraibano tem uma trajetória política muito parecida com a Fadinha da Floresta. Inclusive no quesito troca-troca de partido.

Pezão do PMDB - que à revelia do PMDB apoia Dilma - está em primeiro lugar nas pesquisas. O paraibano está em quarto lugar. Mas não há quase material de campanha com Dilma pelo estado. Dilma perde para Marina em algumas pesquisas ou ganha de pouco, o que também não deixa de ser uma derrota em relação às eleições anteriores. Como ficarão os candidatos a cargos proporcionais (deputados federal e estadual)? A inepta direção do PT-RJ deve saber. Não sei se vai aprender.

Em tempo: o candidato a senador da chapa faz oposição sistemática ao governo federal.